Quem Sou Eu

Antes de ser terapeuta eu também precisei me reencontrar

Antes de acompanhar mulheres em seus processos de transformação, precisei olhar para as minhas próprias dores, romper padrões e aprender a viver pelas minhas escolhas.

Antes de acompanhar mulheres em seus processos de transformação, precisei olhar para as minhas próprias dores, romper padrões e aprender a viver pelas minhas escolhas.

Eu vivi na pele o peso que hoje ajudo minhas clientes a soltar.

Durante uma fase decisiva da minha vida, percebi que carregava feridas fundas. Havia em mim uma carência emocional muito forte, daquelas que fazem a gente aceitar situações e comportamentos que ninguém deveria aceitar. Eu sentia uma sensação constante de incapacidade, como se todo mundo ao redor fosse melhor, mais capaz e mais preparado do que eu.

Cresci ouvindo frases que me marcaram por dentro: “você nunca faz nada direito”, “você não vai conseguir assim”. Aos poucos, passei a pautar minhas escolhas na opinião alheia, com medo de desagradar ou de ser rejeitada.

A mudança começou quando a terapia breve surgiu na minha trajetória. Foi um divisor de águas sincero. Pude compreender a raiz das minhas crenças limitantes, romper com a dependência emocional e me libertar de dores antigas que só me faziam sobreviver, em vez de viver.

Eu me reencontrei. Olhei para quem eu era de verdade, com minhas próprias decisões, e vi esse mesmo processo restaurar a dignidade e a paz de outras pessoas. Foi aí que tive certeza do meu chamado profissional.

Ouvir sem julgar e a escolha de caminhar com princípios

Nasci em Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul. Desde muito cedo, percebi algo constante nas minhas relações: as pessoas encontravam em mim uma facilidade natural para desabafar e falar sobre suas dores mais íntimas.

Em determinado momento, considerei a graduação em Psicologia. No entanto, percebi que precisaria abrir mão de falar sobre a minha fé em Deus durante a atuação clínica convencional. Para mim, essa separação não fazia sentido: se eu tiver que retirar Deus da minha caminhada, não sobra nada. Escolhi esperar e buscar um caminho em que técnica, humanidade e integridade espiritual pudessem caminhar juntas.

"Quando você entende que o amor e a segurança não vêm da aprovação alheia, você finalmente começa a viver. Não é um passe de mágica, é um processo de reprocessamento emocional que devolve sua dignidade."

Por que sabemos que precisamos mudar, mas continuamos nos mesmos padrões?

O medo de perder o cuidado do outro

Muitas pessoas sabotam a própria melhora por receio do que vem depois. O pensamento inconsciente costuma ser: “se eu melhorar e me tornar forte, meus pais ou meu parceiro não vão mais se preocupar comigo”. A fragilidade vira uma forma desesperada de manter a atenção.

A ilusão de segurança em deixar outros decidirem

Decidir a própria vida exige responsabilidade pelas escolhas feitas. Quando você deixa outra pessoa guiar os seus passos, ganha a desculpa de se isentar caso dê errado. Só que o preço disso é viver como espectadora da própria história, acumulando frustração e vazio.

Para mim, transformação não é sobre se tornar outra pessoa. É sobre voltar a ser você.

Identificar o que está te prendendo

Reconhecer padrões emocionais, crenças e comportamentos que continuam influenciando suas escolhas e relacionamentos.

Compreender o que existe por trás da dor

Olhar para padrões, crenças e comportamentos que continuam influenciando suas escolhas.

Clareza para fazer novas escolhas

Não se trata apenas de entender o passado, mas de construir uma relação diferente com a própria vida.

Autonomia emocional

Aprender a se posicionar, fazer escolhas e sustentar quem você é sem depender constantemente da validação de outras pessoas.

Pronta para iniciar a mudança que você tanto busca?

Dê a si mesma a oportunidade de viver com mais leveza, segurança e autonomia. O primeiro passo começa na avaliação.

Prefere tirar dúvidas antes?